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terça-feira, 10 de abril de 2012

Pró-Saúde participa de Seminário de Planejamento Estratégico da Sesau

Diretores, coordenadores e colaboradores da Pró-Saúde participaram do Seminário de Planejamento Estratégico da Sesau – Secretaria de Estado da Saúde que aconteceu nesta segunda, 9, e terça-feira, 10, no IFTO – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins. A oficina, com 15 hs de duração contou com diversas palestras, trabalhos em grupos e atividades em plenário, tudo com o objetivo de desenhar o Mapa Estratégico que vai nortear as ações de saúde pública em todo Estado.

Na segunda-feira, o evento contou com a participação do governador Siqueira Campos, que reafirmou a parceria com a Pró-Saúde na execução das ações para a área da saúde. O evento contou ainda com a presença do secretário de saúde Nicolau Esteves, representante do MPE – Ministério Público Estadual e demais autoridades e profissionais de saúde.

Os temas tratados foram conduzidos por especialistas em gestão da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais, Helidea de Oliveira Luma e Marco Antônio Bragança de Matos, e a consultora Maria Emi Shimazaki, que presta serviços para diversas instituições de saúde.

O Seminário é uma oportunidade para gestores e colaboradores que atuam na saúde pública conhecer melhor o perfil demográfico, as principais causas de morbimortalidade, os aspectos organizacionais e os principais problemas do sistema público de saúde no Tocantins. O objetivo e fazer uma revisão da missão, visão e valores da Sesau, bem como a elaboração do mapa estratégico e validação destes produtos.

Para o diretor operacional da Pró-Saúde, Marcus Wächter, os resultados do seminário vão garantir o aperfeiçoamento das ações na área. “Nesses dois dias todos os participantes tiveram a oportunidade de conhecer melhor os elementos envolvidos na gestão da saúde pública, bem como reforçar importantes conceitos atuais voltados para a gestão pública”, disse.

Segundo o secretário de saúde, Nicolau Esteves, as ações que forem definidas servirão para delinear um novo perfil de saúde pública até 2014. “Daqui dois anos queremos estar em primeiro lugar na saúde pública do Brasil, e para alcançar esse objetivo ainda iremos nos reunir com representantes da sociedade civil organizada, secretários municipais de saúde e com representantes do judiciário, para que juntos possamos definir metas e alcançar índices de qualidade cada vez mais satisfatórios”, afirmou.

Fonte: Giuliano Germano (Ascom/Pró-Saúde)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Pró-Saúde destaca reorganização e avanços do sistema hospitalar do Estado

Em entrevista, o diretor operacional da Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar (Pró Saúde), Marcus Henrique Wächter, lançou um olhar realista sobre as condições de atendimento que encontrou nos 17 hospitais da rede pública estadual em 2011, quando começou a administrá-los, sob supervisão da Sesau – Secretaria Estadual da Saúde.

Mas, diante do quadro encontrado, Wächter enumerou que o setor da saúde no Tocantins conseguiu obter conquistas significativas nesse curto período, com destaque para a ampliação no número de leitos das unidades intensivas e intermediárias (em mais de 31%); a efetivação, em Palmas, do programa de internação domiciliar; e a humanização no atendimento, que já pode ser sentida.

Mostrando a sintonia entre a Pró Saúde e o Governo do Tocantins, o diretor operacional da associação ainda apontou as metas de trabalho para o setor. Confira, a seguir, a entrevista com Marcus Wächter.

Situação encontrada
“O que encontramos no Tocantins foi um estado de calamidade pública nas unidades. Recebemos um relatório a respeito e confirmamos in loco. Os hospitais de maior complexidade tinham um reflexo maior dos problemas, pois são os de maior demanda, que é o caso de Araguaína, Gurupi e Palmas”.

Providências
“Por determinação do Governo do Estado nós iniciamos um trabalho de reorganização, realinhamento e motivação de toda essa equipe multidisciplinar que atua nas 17 unidades. A partir de então, realizamos reuniões, reformulamos os serviços e implementamos novos serviços, como o de atendimento ao usuário, que tem sido destaque, que agrega uma atenção especial aos usuários. Inclusive temos feitos pesquisas para tabular estes dados e saber quais os pontos que melhoraram e o que ainda precisa ser feito. Tínhamos demanda reprimida e hoje temos um aumento da demanda devido à recuperação da confiança da população no serviço de saúde”.

Resultados
“Já melhoramos muito no setor de UTIs, em que o Governo, em atitudes enérgicas, em pouco tempo conseguiu aumentar o número de leitos, ampliando o atendimento aos casos mais graves. Quando falamos em leitos, devemos lembrar que precisamos, junto a eles, de profissionais qualificados e todo serviço de apoio”.

“Mas vale ressaltar que o Tocantins já tem outros bons serviços a oferecer. Em Palmas e Araguaína, por exemplo, temos os serviços de hemodinâmica e, especialmente em Palmas, temos um equipamento adquirido e instalado pelo Governo que é de ponta no Brasil, e junto com ele uma equipe médica empenhada e qualificada que tem realizado um volume expressivo de atendimentos.

Além disso temos feito procedimentos de embolização (que previne, entre outros males, o aneurisma cerebral), que são procedimentos de ponta, e a hemodinâmica para a parte cardiológica, em que há um grande volume de atendimentos. “Como se vê, o aumento do número de atendimento é acompanhado do crescimento da complexidade, pois, à medida que tenho mais leitos de UTIs e mais equipamentos de ponta, eu consigo resolver problemas mais graves".

Internação domiciliar
“O PID (Programa de Internação Domiciliar) desospitaliza, reduz o tempo de convalescência das pessoas, pois elas ficam no convívio familiar, tendo o cuidado daqueles que o amam e, claro, contando com toda uma equipe que conta com médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais - quando necessários - e técnicos de enfermagem para as doenças que podem ser tratadas fora das unidades hospitalares. Desde a implantação do programa já tivemos mais de 60 pessoas que foram atendidas e tiveram seus problemas solucionados ou amenizados, pois existem casos que são crônicos”.

Serviço “Posso ajudar?”
“É um serviço que tem conseguido diminuir o desconforto e agilizar o atendimento às pessoas. Às vezes o simples fato de dar a informação correta já ajuda bastante. É importante para o paciente saber o que está acontecendo com ele, para que tenha mais confiança e também para que receba atenção especial, desde o contato com agente de portaria ao motorista de ambulância, que são as pessoas com quem ele e seus familiares têm o primeiro contato. Consideramos isso tão importante quanto o medicamento e o atendimento do pessoal da enfermagem e da equipe médica”.

Perspectiva
“Seguiremos na readequação física das unidades hospitalares. Pretendemos ampliar nossa engenharia clínica, que já temos em todos os hospitais, serviço este que possibilita aos profissionais agir com a agilidade e qualidade em momentos de calamidades, como acidentes, em que haja muitos feridos. Também estamos trabalhando para alcançar maior giro de leitos, para diminuir o tempo de internação dos pacientes, resolvendo as patologias com maior agilidade possível. A informação também anda a passos largos, com uma engenharia de informação que caminha para o hospital sem papel. No final da instalação deste sistema, o profissional poderá visualizar os exames que foram realizados nos pacientes e os protocolos clínicos estabelecidos. Com os sistemas também poderemos ter dados que serão instrumentos de mudanças, que serão usados para balizar as políticas de Governo para a área hospitalar.

Este é um trabalho que o Governo do Estado tem de além da assistência, organização da rede e o atendimento do trabalho do dia-a-dia, a preocupação de construir um futuro baseado em informações. Sabendo que perfil um hospital está assumindo, em que deve ser investido, que tipo de assistência está sendo disponibilizada em cada região. Com isso é possível maximizar recursos destinando-os àquilo que a população realmente necessita”.

Fonte: Aldenes Lima (Ascom/Secom)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Hospitais Públicos do Tocantins aderem à Campanha Mundial Saúde Livre do Mercúrio

Os 17 hospitais públicos tocantinenses gerenciados pela Pró-Saúde aderiram à Campanha Mundial da Organização Saúde Sem Dano (Free Health Care), para o banimento do mercúrio, desenvolvida em parceria com a OMS – Organização Mundial da Saúde. A iniciativa é mais do que justificada pelos danos que essa substância provoca. Trata-se de um metal pesado altamente tóxico, persistente no meio ambiente, capaz de se disseminar por diversas vias de contaminação. A iniciativa contou com total apoio da Sesau – Secretaria de Estado da Saúde na busca pela eliminação total do mercúrio em suas instalações hospitalares.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Dr. Raimundo Pires, o objetivo é eliminar os dispositivos à base de mercúrio, como termômetros e esfigmomanômetros, entre tantos outros, na assistência à saúde. “Com essa ação o Estado sai na frente, porque diferentemente do que ocorre em diversas partes do mundo, ainda não temos no Brasil uma política pública efetiva que proponha a substituição das tecnologias de medição com uso de mercúrio nos dispositivos de saúde”, afirmou.

O Diretor Operacional da Pró-Saúde no Tocantins, Marcus Wächter, afirma que com o credenciamento os 17 hospitais, gradativamente, estarão substituindo os dispositivos médicos que contenham mercúrio. “Trabalharemos com equipamentos digitais, que são alternativas economicamente viáveis e mais seguras sob o ponto de vista ocupacional, sanitário e ambiental, sem prejuízo da qualidade e precisão nas medições”, garantiu.

De acordo com o Diretor Técnico do HGPP – Hospital Geral Público de Palmas, Dr. Atil José de Souza, o mercúrio é facilmente absorvido pelas vias respiratórias quando está sob a forma de vapor ou na poeira em suspensão e também é absorvido pela pele. “A ingestão ocasional do mercúrio metálico na forma líquida não é considerada grave, porém quando inalado sob a forma de vapores aquecidos é muito perigoso”, disse.

O médico argumenta que a exposição aguda a altas concentrações de vapor por períodos curtos pode causar, no ser humano, pneumonia, dor no peito falta de ar, tosse, gengivite e salivação. A absorção pode se dar também lentamente pela pele. “A exposição crônica ao mercúrio também afeta o organismo humano podendo resultar em tremores e vários distúrbios neuropsiquiátricos”, comenta.

Entre os 30 hospitais da América latina incluídos neste processo junto à Campanha Mundial Saúde Livre do Mercúrio, 27 são do Brasil e destes, 25 tem participação da Pró-Saúde na implantação e execução. A iniciativa para erradicar o uso do mercúrio no ambiente hospitalar ainda conta com apoio de unidades na África, Ásia, Estados Unidos e Europa.

No Brasil os níveis de referência para a contaminação com mercúrio são definidos pelas normas NBR10004 - da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, e NR15 – Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho.

O que fazer em caso de intoxicação
No caso de contato do mercúrio com os olhos recomenda-se lavar com água em abundância. Havendo contato pela pele, deve-se remover as roupas contaminadas e lavar bem a área afetada com água e sabão. Em caso de ingestão não se deve induzir o vômito, buscando-se ajuda médica imediata.

Fonte: Giuliano Germano (Ascom/Pró-Saúde)

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Sesau e Pró-Saúde dobram oferta de leitos de UTI para população de todo Estado

O Superintendente Nacional da Organização Social Pró-Saúde, Paulo Roberto Segatelli Camara, esteve em Palmas, na última quarta-feira, 04, acompanhando de perto os serviços prestados pela instituição no Tocantins. Junto com o Diretor de Desenvolvimento, Antonio Sergio Vulpe Fausto, e o Diretor Operacional no Tocantins, Marcus Wächter, Paulo Camara realizou uma visita de cortesia ao novo Secretário de Estado da Saúde, Raimundo Nonato Pires dos Santos.

O superintendente da Pró-Saúde ainda reuniu com diretores e coordenadores da Pró-Saúde. Na ocasião Paulo Camara teve acesso às últimas informações sobre os trabalhos desenvolvidos nos 17 hospitais gerenciados no Estado e fez uma avaliação positiva das ações desenvolvidas, nos últimos 4 meses, destacando o aumento no número de leitos de UTI em diversas unidades. “Já entregamos, junto com a Sesau, 26 novos leitos de UTI nas principais unidades, sem contar os leitos que estão sendo comprados na rede privada para garantir a resolubilidade dos nossos pacientes”, afirmou.

Camara lembra ainda que os leitos estão sendo disponibilizados conforme a demanda. No HGPP – Hospital Geral Público de Palmas, unidade com grande fluxo de pacientes, os leitos de UTI foram ampliados de 18 para 26, enquanto no HMPDR – Hospital e Maternidade Pública Dona Regina, o número de leitos de UTI Pediátrica foi ampliado de 12 para 20. Em Araguaína o número de leitos de UTI foi dobrado, passando de 10 para 20. Já no HRPG – Hospital Regional Público de Gurupi, 10 novos leitos devem ser entregues até o final deste mês, totalizando 19 leitos, se somados aos 9 já existentes na unidade hospitalar. 

Outra medida tomada foi a implantação do PID – Programa de Internação Domiciliar. “Como temos uma demanda muito grande por leitos resolvemos implantar esse serviço, que é bom para o usuário, que continua recebendo o atendimento hospitalar em casa, por uma equipe multidisciplinar, além de garantir a liberação de leitos para outros pacientes”, avaliou.

Ainda em outubro a Pró-Saúde também garantiu o funcionamento do tomógrafo do HRPA – Hospital Regional Público de Araguaína, que estava sem funcionar há mais de um ano por falta de operador, e no mês de dezembro adquiriu um equipamento de hemodinâmica para o HGPP, garantindo a realização de cirurgias minimamente invasivas aos pacientes, como cateterismos, angioplastias e cirurgias neurológicas. Em ambos os casos, antes da atuação da Organização Social, esses serviços estavam sendo prestados de forma terceirizada, com prejuízo aos pacientes, que tinham que se deslocar das unidades para a realização dos procedimentos.

O Superintendente da Pró-Saúde também falou sobre inovações nas unidades gerenciadas, como a implantação do SAU - Serviço de Atendimento ao Usuário, destinado a ouvir sugestões, reclamações dúvidas e elogios dos usuários, acompanhantes, visitantes e colaboradores. “Essa medida tem o objetivo de garantir soluções e o bem estar dos nossos clientes, que são os usuários do SUS, o que representa uma melhoria na qualidade do ambiente hospitalar” disse.

A Pró-Saúde também garantiu a implantação do Setor de Engenharia Clínica em 10 hospitais gerenciados. Trata-se do setor responsável pela gestão do Parque de Equipamentos Médicos Hospitalares, que passou agora a realizar manutenções preventivas, calibrações e manutenções corretivas em equipamentos médicos, treinamentos para corpo médico e de enfermagem, bem como apoio técnico a processos licitatórios ou de compra direta para aquisição de equipamentos.

Segundo Paulo Camara, todas as 17 unidades gerenciadas passaram por reformas e receberam equipamentos para aperfeiçoar o atendimento. Além disso, todos os colaboradores dos hospitais também passam por constantes capacitações, sempre com foco no bem estar dos pacientes e na melhoria dos serviços prestados à população. “Não adianta investir em equipamentos e infra-estrutura se não garantirmos um atendimento humanizado e profissionais qualificados para atuar na saúde pública”, comentou.

Fonte: Giuliano Germano (Ascom/Pró-Saúde)

Representantes da Pró-Saúde Nacional visitam o Tocantins

O secretário de Estado da Saúde Raimundo Pires dos Santos, juntamente com o Secretário Executivo Gastão Almada Neder e a Superintendente Geral de Saúde, Micheline Pimentel Ribeiro Cavalcante, receberam na manhã desta quarta-feira, 04, representantes da Organização Social Pró Saúde.

 Durante visita ao gabinete do Secretário, o Superintendente Nacional da Instituição, Paulo Roberto Segatelli Camara destacou que a visita ao Tocantins tem como objetivo principal acompanhar de perto os serviços prestados pela instituição. Com esse propósito, o superintendente, em companhia do Diretor de Desenvolvimento Antonio Sergio Vulpe Fausto, fará uma visita ao principal Hospital da capital o HGPP – Hospital Geral Público de palmas a partir das 15 horas de hoje (04/01).

Fonte: Juscelene Melo (Ascom/Sesau)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pró-Saúde ultrapassa metas estabelecidas pela Sesau

O relatório de dois meses de gerenciamento da Organização Social Pró-Saúde em 17 hospitais estaduais apontou mais de 100% de cumprimento das metas estabelecidas pela Sesau – Secretaria de Estado da Saúde no contrato com a Instituição. No HGPP – Hospital Geral Público de Palmas, por exemplo, a meta estabelecida pela Sesau para saídas hospitalares era de 1.097 pacientes/mês. Em setembro 1.166 pacientes receberam alta na unidade e em outubro 1.265 pacientes, superando a meta.

 A economia alcançada também foi 150% superior à meta estabelecida no contrato. “O que estabelecemos como meta no contrato com a Pró-Saúde era de diminuir em 5% os custos operacionais desses 17 hospitais e dois meses depois obtivemos um resultado mais do que o esperado, com este índice chegando a 13% de redução de custos”, destaca o secretário de Estado da Saúde, Arnaldo Nunes.

Com a atuação da OS, o custo por paciente internado caiu de R$ 7 mil para R$ 6,2 mil em apenas dois meses. O que permitiu à Sesau aumentar em 20% o número de internações e consultas e garantiu o início do processo de “desafogamento” das demandas por cirurgias eletivas.
Durante os dois meses de gerência da Pró Saúde nas 17 unidades hospitalares, foram realizadas mais de cinco mil cirurgias. O que representa 10% de aumento nesses procedimentos em relação ao período em que a OS não atuava nas unidades.

 O Diretor Operacional da Pró Saúde no Tocantins, Rogério Kuntz, disse que as novas rotinas, implantadas pela OS para a organização de fluxo dos  paciente; as consultorias Médica, de Enfermagem e Administrativa, bem como a atuação das Diretorias locais dos hospitais, introduziram modificações nos processos, principalmente em prontos-socorros e centros cirúrgicos que resultaram na diminuição do tempo de permanência do paciente na unidade, proporcionando uma maior ocupação e giro de leitos, com a redução da média de permanência e do tempo de espera por procedimentos”. 

Todas as Unidades Hospitalares tiveram reparos na estrutura, como pintura de fachadas, reforma de telhados, tratamento de pisos, manutenção de ar-condicionado, consertos de vazamentos e infiltrações, sendo que muitas das quais ainda estão em andamento.

Foi feita a regularização dos estoques de materiais e medicamentos nas Unidades Hospitalares garantindo o abastecimento e evitando o risco de desassistência aos pacientes e implantado um novo cardápio, tornando as refeições mais nutritiva.

No HGPP foi reposto o enxoval do centro cirúrgico, com investimentos no valor de R$ 150 mil em kits de roupas cirúrgicas descartáveis. Foram comprados também 300 metros de tecido para confeccionar, por conta própria, roupas e lençóis.

Aprovação

Na pesquisa de satisfação do usuário, os hospitais obtiveram índices (bom e ótimo), ou seja, acima dos 60% estabelecidos como meta pelo contrato. O maior índice foi o do HPDT – Hospital Público de Doenças Tropicais, em Araguaína, com 93%. O HMPDR – Hospital e Maternidade Pública Dona Regina, em Palmas, teve o índice de 83%, já no HGPP o índice foi de 74% de satisfação.

A pesquisa foi realizada nos 17 hospitais do Estado, por meio de uma ferramenta eletrônica, onde estão inseridas perguntas relacionadas ao atendimento recebido na recepção, avaliação da equipe de enfermagem, avaliação da equipe médica, avaliação das instalações físicas, limpeza e outras. Foram ouvidos os pacientes dos Prontos Socorros, Ambulatórios e Internações.

 “Montamos na recepção dos hospitais, um sistema de informações sobre a disponibilidade de leitos e orientações para os visitantes, incluindo o serviço “Posso Ajudar”, uma forma diferenciada de recepcionar o usuário, com orientações necessárias para o atendimento adequado a cada situação”, explica Kuntz.

Esses procedimentos fazem parte do SAU – Serviço de Atendimento ao Usuário, que esclarece dúvidas, registra queixas e encaminha as demandas para a resolução.
 
Tecnologia

 A Pró Saúde iniciou a informatização, em rede, das unidades hospitalares gerenciadas. Com isso, as informações sobre pacientes, leitos, consultas, medicamentos, dentre outros, poderão ser acessadas de qualquer unidade gerenciada, além da Sesau, facilitando o atendimento aos pacientes e o controle de estoques, leitos, consultas, exames etc.

Já foi entregue e disponibilizada toda a infra-estrutura (rede e equipamentos)para cada hospital. Os servidores dessas unidades estão sendo capacitados em Tecnologia da Informação para manuseio do sistema.

Por fim, o relatório de dois meses de gerenciamento da Pró Saúde em 17hospitais da rede estadual no Tocantins aponta as reformas e ampliação da estrutura física e os investimentos em equipamentos. 

Fonte: Gabriela Almeida e Terciany Lima

Pró-Saúde supera metas e reduz custos no gerenciamento de unidades hospitalares

Com apenas dois meses de atuação no Tocantins a Pró-Saúde superou a meta contratualizada com a Sesau, Secretaria de Estado da Saúde, no gerenciamento de 17 unidades hospitalares. Somente no mês de outubro a meta de pacientes saídos, que era de 5.976, foi superada, totalizando 6.927, número 15,91% superior ao que estava previsto. Em setembro a meta também foi superada, com 6.538 pacientes saídos das 17 unidades hospitalares.

No HGPP – Hospital Geral Público de Palmas, a meta de pacientes saídos, que é de 1.097, foi superada em setembro, com 1.166 pacientes saídos, e em outubro, com 1.265 pacientes saídos, o que representa uma média de 1.216 pacientes saídos. No HIPP – Hospital Infantil Público de Palmas, a meta de pacientes saídos, de 238 foi superada com uma média de 257 pacientes saídos nesses dois primeiros meses de gerenciamento da Pró-Saúde. No Hospital regional Público de Arapoema, a meta de 96 pessoas também foi superada, com uma média de 114 pacientes saídos.

No Hospital Regional Público de Paraíso uma média de 471 pacientes tiveram alta nos meses de setembro e outubro, superando a meta que é de 450. No HRPPN - Hospital Regional Público de Porto nacional, a meta, que é de 200 pacientes saídos, também foi superada, com uma média de 513 liberações. No Hospital Materno Infantil Público Tia Dedé, em Porto Nacional, onde a meta é de 250 pacientes saídos, 292 foram liberados nesses dois meses.

No HRPG – Hospital Regional Público de Gurupi, os pacientes saídos chegaram a 738 em setembro, e a 721 em outubro, o que representa uma média de 730 pacientes saídos, superando a meta mensal de 625 pacientes liberados. Já no Hospital Regional Público de Dianópolis, onde a meta mensal é de 256 pacientes saídos, a média mensal de liberações chegou a 267 liberações. Esses 09 hospitais ultrapassaram, no mês de outubro, em mais de 110% a meta média mensal de saídos.

No Hospital e Maternidade Pública Dona Regina, na capital, onde a meta mensal de saídos é de 699 pacientes, foram liberados 808 em setembro e 759 em outubro, o que representa uma média de 784 pacientes saídos. No HRPA – Hospital Regional Público de Araguaína, a meta mensal de 775 pacientes saídos também foi superada, com 810 liberações em setembro e 790, em outubro, o que representa uma média mensal de 800 pacientes saídos.

No Hospital Regional Público de Guaraí a meta média mensal, de 244 pacientes saídos, também foi superada com 259 pacientes liberados. No Hospital regional Público de Miracema a meta mensal, de 350 pacientes saídos, foi superada em outubro. Os 05 hospitais mantiveram-se no mês de outubro na faixa entre 100% e 109% da meta média mensal de saídos.

Redução de custos
O gerenciamento das unidades hospitalares pela Pró-Saúde garantiu uma expressiva redução de custos. Antes cada paciente saído das unidades custava aos cofres públicos cerca de R$ 7.029. Já no Contrato com a Pró-Saúde, a meta acordada com a Sesau foi de uma redução de 5% nesse valor, ou seja, para R$ 6.707,90. Mais uma meta superada: em setembro, o custo médico geral por paciente saído foi de R$ 6.145,65, ou seja, uma redução de 12,56%. Já em outubro, o custo médio geral por paciente saído foi ainda menor, R$ 6.064, o que representa numa economia de escala o equivalente a 13%.

Para o diretor operacional da Pró-Saúde no Tocantins, Rogério Kuntz, os resultados têm sido satisfatórios, mas ainda há muito a ser feito. “Normalmente os reflexos positivos do gerenciamento nas unidades de saúde começam a ser percebidos após três meses, então temos de comemorar os avanços já conquistados, mas conscientes que esse trabalho está apenas começando e que ainda existem muitos desafios pela frente”, avaliou.

Fonte: Giuliano Germano (Ascom/Pró-Saúde)