A direção geral do HRPP - Hospital
Regional Público de Paraíso, através da Comissão do Parto Humanizado, formou o
“Grupo de Orientação e Assistência à Gestante Amor de Mãe”. Trata-se de uma
equipe multidisciplinar que visa garantir a plena implantação de todas as
etapas do parto humanizado no hospital, para incluir o HRPP na Rede Cegonha, do
Ministério da Saúde.
Uma das ações realizadas para alcançar esse objetivo aconteceu na última
sexta-feira, 27, o Curso para Gestantes, com a participação de 5 gestantes. Na
ocasião, além de orientações sobre a fisiologia da gestação pela enfermeira
Kênia de Jesus, foram feitas orientações de fisioterapia, exercícios de
respiração, alongamento e relaxamento pela fisioterapeuta Cynara Leão, bem como
orientações sobre a legislação e direitos dos usuários dos serviços de saúde,
com a assistente social Mônica Lima.
De acordo com a fisioterapeuta Cynara
Leão, a fisioterapia promove a saúde física e emocional do começo ao final da
gestação, resultando em uma gravidez e parto mais saudáveis.
“Como a Gestação é uma fase de grandes
transformações, em que o corpo da mulher passa por modificações, exigindo
profundas e rápidas adaptações, físicas e emocionais, esperamos contribuir com
esses cursos para que as gestantes e seus acompanhantes sejam orientados sobre
essas mudanças, preparando-se para um enfrentamento seguro das etapas da
gravidez, parto e puerpério” afirmou.
O curso terminou com uma visita ao
Pré-parto e maternidade, lanche e lembrancinha para as participantes.
Rede
Cegonha
A Rede Cegonha é uma estratégia do
Ministério da Saúde, operacionalizada pelo SUS, fundamentada nos princípios da
humanização e assistência, onde mulheres, recém-nascidos e crianças tem direito
a:
·
Ampliação
do acesso, acolhimento e melhoria da qualidade do pré-natal.
·
Transporte
tanto para o pré-natal quanto para o parto.
·
Vinculação
da gestante à unidade de referência para assistência ao parto - “Gestante não
peregrina” e “Vaga sempre para gestantes e bebês”.
·
Realização
de parto e nascimento seguros, através de boas práticas de atenção.
·
Acompanhante
no parto, de livre escolha da gestante.
·
Atenção
à saúde da criança de 0 a 24 meses com qualidade e resolutividade.
·
Acesso
ao planejamento reprodutivo.
Fonte: Giuliano Germano (Ascom/Pró-Saúde)
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